sábado, 14 de janeiro de 2017

Conselhos para o sucesso financeiro

Durante as férias aproveitei para aprimorar mais o meu conhecimento financeiro e, levei comigo o livro "Bilionários" de Ricardo Geromel, onde pude ler vários conselhos e histórias de sucesso no mundo dos bilionários.

Um dos pontos fortes do livro é ter contado cases de grandes empreendedores, ocasião em que pude constatar que a vida desses empreendedores de sucesso não é só marcada de vitórias, mas, sim, também, de fracassos.

Ando acompanhando muitas palestras no youtube de alguns empreendedores como Carlos Wizard Martins, Steve Jobs e Flavio Augusto, e cada vez mais me fascino pelo mundo dos negócios, já penso em até amadurecer algumas idéias e entrar definitivamente nesse mundo. Quem sabe.

Aconselho a leitura do Livro, e aqui vai algumas lições que o Ricardo Geromel percebeu que muitos dos bilionários praticam, e deve ser seguida por nós meros mortais, para buscarmos a Independência Financeira. 

Não Irei contar todas as lições pois quero estimular vocês a lerem o livro também, pois fiquei muito motivado após a leitura, com a cabeça cheia de idéias e com cada vez mais vontade de vencer.

1 - BILIONÁRIO GOSTA MAIS DE GANHAR DO QUE DE GASTAR! 

“O verdadeiro prazer está em construir, não em ter.”

2 - BILIONÁRIO É EMPREGADOR E NÃO EMPREGADO 

“O conselho que eu daria a um jovem? Deixe de ser um empregado. Não 
trabalhe para ninguém. Você não pode ganhar dinheiro trabalhando para outra 
pessoa”.

3 - TUBARÃO NADA COM TUBARÃO, SARDINHA NADA COM SARDINHA 

“Tente nunca ser a pessoa mais inteligente da sala. E se você for, eu sugiro que você convide pessoas mais inteligentes… ou encontre uma nova sala

4 - BILIONÁRIO PERMITE-SE FRACASSAR, 
SEMPRE FAZ NOVOS ERROS, 
FRACASSA ATÉ ACERTAR, 
FRACASSA RUMO AO SUCESSO! 

“Falhar não é o resultado. Falhar é não tentar. Não tenha medo de falhar. Eu 
sinto que o fracasso é a maneira de a vida te cutucar e mostrar que você está 
fora do curso correto.”

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Estou procurando livros sobre empreendedorismo, finanças e mundo dos negócios para ler, se tiverem alguma sugestão, estou aceitando. Nada muito avançado, pois ainda sou muito leigo no assunto, principalmente sobre mercado financeiro.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A decisão de Viajar

O ano de 2016 foi um dos piores da minha vida. Diversas coisas deram errado e o nosso plano principal de vida foi por água abaixo. Chegando ao final de 2016 eu e minha família sentamos e resolvemos tomar uma decisão, a de passar as férias em casa economizando ao máximo ou de fazer uma 'loucura' e viajar torrando as economias. 

Olhando por uma perspectiva minimalista parece doideira querer viajar, sabendo que a nossa situação financeira piorou drasticamente e a perspectiva de melhora esta longe, dependendo de fatores como iniciativa, sorte e sangue frio para arriscar e tentar algo novo.

Quando minha mãe teve a ideia, eu logo de cara fui contra, até ironizei, mas ouvindo as sábias palavras dela, de alguém que já passou por muita coisa nessa vida, acabei aceitando e apoiando.

Amigos, não se trata de algo supérfluo, e sim motivador. O final de 2016 foi pesado e queríamos encontrar um ponto de apoio para nos motivarmos e começar tudo novamente em busca dos nossos novos objetivos.

Também, não se trata de fugir dos problemas e sim dispersa-los, nossa mente tende a ser pessimista e ficar em estado de tristeza, após algumas porradas da vida. O final do ano foi todo improdutivo devido a esse estado de tristeza que estávamos e não nos deixavam seguir em frente. Achamos e apostamos que viajar seria uma forma de encontrar inspiração e força para começar esse novo ano.

Recomendo a página "Fábrica de Vencedores" no facebook


Por, fim, viajamos, onde escolhemos o litoral paulista, como somos uma família de uma cidade do interior, passar as férias em um local agitado, bonito e urbanizado, trouxe um alivio que a mente precisava.

Mas, nesse período, não fiquei somente curtindo as férias, e sim, aproveitei para conversar com outras pessoas, e ouvir experiências, relatos de quem se permitia ter um contato social a mais.

Foi bacana ouvir as experiências vividas por outras pessoas e teve uma em especial que me tocou mais. Trata-se de um senhor de uns 60 e poucos anos, que me estimulou a ser empresário e arriscar na vida. Deu algumas lições, como: Não ter medo de assumir riscos e ter consciência que antes de atingir o sucesso, muitas dificuldades virão. Não desistir na primeira dificuldade que aparecer, porque a maioria das pessoas desiste nas primeiras. São nessas dificuldades que aprendemos e ganhamos força para atingir o nosso objetivo. Não esperar ajuda dos outros, dependa apenas de você, vá em direção do seu objetivo.

Era tudo que eu e minha família precisávamos. Acabou que essa foi a nossa melhor decisão de 2016. Passado a virada de ano, pegamos a estrada de volta para casa, animados e decididos a mudar as coisas nesse 2017. 

Compartilho essa lições para vocês, o que é bom e nos ajuda a sermos pessoas melhores merece ser divulgado.

Um feliz 2017 a todos. Que esse seja o ano da mudança na vida de todos. Vamos em busca dos nossos projetos e sonhos, não desista na primeira dificuldade!!! 

domingo, 27 de novembro de 2016

Devo 20 mil reais. E agora?


É muito dinheiro para se dever, essa quantia pesa no bolso de qualquer brasileiro, creio que até os mais abastados, nesse momento de crise econômica, sentiriam o peso dessa divida. Mas, vamos lá, quero explicar a origem dessa dívida, e toda a história por de trás dela.

Primeiramente, quero dizer que a dívida não foi contraída somente por mim, e sim por toda minha família, e eu como integrante dela, me sinto na obrigação moral de ajudar a paga-lá. 

Esse ano de 2016, como todos sabem, não foi um dos melhores para muitos dos brasileiros, e, infelizmente, minha família foi vítima dele (que 2017 seja melhor por favor). Bem, meu pai tinha um ótimo emprego, no qual ele, não irá continuar daqui para frente, um emprego que possibilitava vivermos em um padrão de vida de classe média, como eu sou recém formado e minha outra irmã está na faculdade, basicamente a maior parte nossa renda vinha do trabalho dele, o restante da renda (cerca de 40%) é composta pelo salário da minha mãe e o estágio da minha irmã (eu também fiz estágio durante a faculdade), porém, eu no momento sou o único que não contribuo com a renda familiar, pois estou sentindo na pele o drama do recém-formado em busca do primeiro emprego.

Não pode parar
Fizemos um trato na nossa família e estamos reduzindo o nosso padrão de vida para que seja compatível ao que podemos bancar, posso dizer que nosso padrão de vida nunca foi de rico, pois a subida financeira que demos foi graças as promoções do meu pai no emprego nos últimos anos, dessa forma, será menos doloroso voltar ao que já fomos um dia.

A dívida consiste em parcelas de um financiamento a perder de vista do carro e algumas dívidas pontuais, sendo que posso dizer que 70% desse valor é referente ao financiamento.

Como sou homem e formado, sinto o peso de não poder estar ajudando para pagar essa dívida, pois tenho uma obrigação moral com ela, pois foram meus pais que bancaram meus estudos até aqui, e agora no momento que mais precisam de mim, ainda não consegui retribuir.

Não é chororô confrades, é apenas um desabafo pessoal, esse blog ajuda a externarmos e superarmos isso. Estou na correria, na busca de emprego e de conseguir uma grana extra pro fim do ano, mas quanto mais eu ando e converso com as pessoas, vejo que não estou sozinho nessa jornada, e que sou quase um privilegiado perto das histórias de vida que ouço de outras pessoas.

Sei que irei vencer, sei que irei conseguir. O começo sempre é difícil, mas a educação financeira e as lições que aprendo por aqui, me tornam cada vez mais confiante.



"Caminante, no hay camino, se hace camino al andar."


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O início

A um bom tempo venho acompanhando a "blogosfera de finanças", não sei como cheguei até ela, mas sei que trouxe grandes ensinamentos para a minha vida. 

Posso dizer, que li muito do que foi dito por todos os nobres confrades, muitos ensinamentos dos quais concordei e outros, após refletir, rejeitei, e por incrível que pareça, por mais que os nobres blogueiros tenham, em princípio, a intenção de nos passar noções sobre o mundo financeiro para alcançarmos a I.F, eles acabam nos passando, acima de tudo, lições sobre a vida.

Tomei a iniciativa de criar o blog para poder contar as minhas histórias e relatar o meu percurso. Procuro um caminho para seguir, e com ele, atingir os meus objetivos, sempre aplicando tudo aquilo que aprendi.

Começo a saga, talvez, um pouco tarde, após ser jogado da faculdade com um diploma na mão (como a maioria dos formados), buscando um lugar ao sol nessa selva de pedra.





Não quero criar uma linha pessimista no blog, mas sim mostrar o que acontece durante a minha saga, pode ser que tenham postagens pessimistas, e pode ser que tenham postagens otimistas, tudo vai depender do meu dia e do meu humor, resultado das minhas vitórias e também dos meus fracassos.

Sobre mim, posso dizer que sou um jovem recém formado, na faixa dos 20 e poucos anos, endividado, sem nenhum bem móvel ou imóvel, sem nenhum dinheiro guardado e que ainda mora com os pais.

Como podem perceber, estou começando do zero, sonhando em atingir os meus objetivos. Quais são eles? O primeiro é o que todos da blogosfera de finanças procuram, que é a tão sonhada I.F (Independência Financeira), para chegar até ela aplicarei os ensinamentos passados de ter uma vida minimalista, frugal, sempre poupando o que puder (mesmo não tendo nem mesmo um emprego fixo pois sou autônomo). 

Sonho, também, em ser empresário, juntarei cash para materializar isso, tenho uma ideia de negócio e planejei um milhão de vezes, agora resta tirar do mundo imaginário e coloca-la em prática (após ter o cash para investir). 

E como último objetivo (e o mais polêmico - vai deixar os confrades de cabelo em pé) é aproveitar a vida! - não serei adepto, do 'monk mode', 'modo zumbi', 'rica games' e entre outros nomes dados ao estilo de vida em que basicamente não existe vida! Devo confessar, que pratiquei algumas vezes, enquanto acompanhava os blogs de finanças, e realmente trás alguns resultados bacanas, mas os efeitos negativos psicológicos também são grandes, não quero esperar ficar velho para poder aproveitar a vida, quero aproveitar agora enquanto sou jovem, claro que não vou gastar tudo que tenho em bebedeiras, baladas ou mulheres; o convívio social e a diversão serão apenas o necessário para continuar me mantendo motivado, enquanto busco meus objetivos.

Bom, escrevi o suficiente, o próximo post farei um breve relato da minha situação financeira, e nos próximos tratarei de assuntos aleatórios, que me derem vontade de relatar, até mais!